quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CONVOCATÓRIA
8ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA CMS/NATAL/RN 


DATA: 20 de dezembro de 2016 (quinta-feira)
HORÁRIO13h30m às 17h00m
LOCALAuditório do Ministério da Saúde – Av. Rodrigues Alves, 881 - Tirol, Natal – RN

Pauta:

I - Verificação de presença e existência de quórum;
II - Ordem do dia
- Eleição Presidente, Vice-Presidente e Mesa Diretora do Conselho Municipal de Saúde Natal RN para o período de 20 de dezembro de 2016 a 20 de dezembro de 2017.


Geolipia Jacinto da Silva
Presidente do CMS/NATAL/RN
Área de anexos

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Orçamento da Saúde poderá ter mais R$ 51 milhões em emendas

A saúde municipal poderá receber um acréscimo de, pelo menos, R$ 51.533,80 para somar aos R$ 280 milhões que o Executivo Municipal destinou na Lei Orçamentária Anual para o exercício de 2017 (LOA), que começa a ser votada no dia 16 em plenário. O valor adicional proposto poderá ser remanejado de 14 secretarias e órgãos municipais, através de emenda parlamentar da Comissão de Saúde, Assistência Social e Defesa do Consumidor.

Em reunião nesta manhã (06) os vereadores da comissão apresentaram propostas para priorizar o atendimento à saúde. "Os vereadores não vão vetar esta emenda. Temos que priorizar a saúde do povo. Com os R$ 51 milhões que estamos remanejando, a gente se aproxima do valor necessário que é de R$ 345 milhões para a área. Mas ainda fica faltando R$ 10 milhões que vamos estudar de onde poderemos conseguir", explicou o vereador Fernando Lucena (PT), presidente da comissão.

O secretário municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, disse que além dos 15% da arrecadação prevista (R$ 190 milhões), o Executivo está destinando mais R$ 90 milhões, que totalizam R$ 280 milhões, sendo R$ 10 milhões a mais do que o orçamento de 2016 e 26% da arrecadação prevista para o próximo ano. "Nas nossas previsões seriam necessários R$ 345 milhões, mas só tínhamos como destinar R$ 280 que ainda são insuficientes, porque não tem orçamento suficiente. Por isso a importância dos vereadores e das entidades também discutirem alternativas para incrementar esse orçamento", disse o secretário. Somados a outras receitas, como repasses federais, os recursos para a área ultrapassam os R$ 704 milhões. 

Para a promotora do Ministério Público da Saúde, Kalina Filgueira, o acréscimo ao orçamento proposto pela comissão de saúde é animador e a expectativa é de que os vereadores aprovem em plenário. "Tivemos uma reunião muito produtiva com propostas concretas e reais. O Ministério Público está otimista com a proposta de remanejamento para ser direcionado à área de saúde", declarou. Participaram ainda da reunião, a representante do Sindicato dos Médicos (Sinmed), Neuma Marinho; presidente do Conselho Municipal de Saúde, Geolípia Jacinto e membros do conselho; técnicos da secretaria de saúde e de planejamento; além dos vereadores Raniere Barbosa (PDT), Hugo Manso (PT), Emanoel do Cação (PSDC), Aroldo Alves (PSDB) e Chagas catarino (PDT).

Câmara Municipal de Natal


Assessoria de Imprensa
+55 (84) 3232-9426
01/12/2016 às 17:52

Vereadores vão discutir redução no orçamento da Saúde com secretário

Os vereadores da comissão de saúde, assistência social e defesa do consumidor da Câmara Municipal de Natal vão convocar o secretário municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, e a secretária de Planejamento, Virgínia Ferreira, para discutir a redução no orçamento para a área da saúde, prevista na Lei orçamentária Anual para 2017, que será votada neste mês pelos vereadores. Os secretários deverão comparecer na manhã da próxima terça-feira (6) ao Plenário da Câmara Municipal.

A iniciativa partiu de uma reunião entre a comissão, promotoria da saúde, Sindicato dos Médicos, Secretaria de Saúde e Conselho Municipal de Saúde na manhã de hoje (1º). O Conselho reclama da redução no orçamento destinado à saúde. "O que nos foi apresentado foi um orçamento de R$ 270 milhões, que ainda é inferior ao que a área necessita, mas a proposta que chegou à Câmara reduziu para R$ 190 milhões. Precisamos rever essa situação para que sejam apresentadas emendas ou isso inviabilizará o serviço", destaca a presidente do conselho, Geolípia Jacinto.

Pela Mensagem 077/2016, o Executivo destina um percentual de 15% da arrecadação prevista para 2017, pouco mais R$ 190 milhões que, somados a outras fontes de recursos da área, passaria dos R$ 704 milhões (28,5%). O valor está abaixo do destinado em 2016 que ficou em R$ 269 milhões da arrecadação (22%) que somados a outras receitas elevou-se para R$ 607 milhões (23,59%). "Queremos debater com os vereadores e secretários para sensibilizá-los de forma que analisem de forma mais atenciosa. Há necessidade de manter o serviço e abrir novos serviços, mas com esse orçamento fica impossível", declarou a promotora da Saúde, Kalina Filgueira.

"Vamos estudar o orçamento e discutir de onde poderemos remanejar recursos e apresentar emendas para a saúde. A ideia é manter a proposta de R$ 345 milhões, que segundo o conselho, seria o valor mais razoável e possível de ser executado", explica o presidente da comissão de saúde, vereador Fernando Lucena (PT).


Texto: Cláudio Oliveira
Fotos: Verônica Macedo

      

sábado, 10 de dezembro de 2016

Justiça bloqueia bens de 30 médicos do SAMU que receberam sem trabalhar
Decisão do juiz Alaôr Piacini, da 2.ª Vara Federal de Anápolis, em Goiás, acolhe ação civil pública por ato de improbidade e alcança fraudes supostamente praticadas entre 2009 e 2010
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Foto: Divulgação
A Justiça Federal em Anápolis decretou a indisponibilidade de bens de 30 médicos acusados de fraudar plantões do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e receber sem trabalhar, segundo a Procuradoria da República, causando um prejuízo de pelo menos aos cofres públicos do município de 366 mil habitantes situado no interior de Goiás. Onze dos envolvidos continuam trabalhando como servidores da prefeitura local.
O bloqueio alcança todo o valor ilegal obtido por cada um dos médicos, mais o triplo do desviado, que equivale a multa que cada um deles terá que pagar em caso de condenação. Com isso, os valores totais chegam a R$ 2,4 milhões, mas as investigações apontam que os desvios podem ser ainda maiores, pois dois livros com atas de registro de frequência e atividades dos médicos desapareceram ao longo da apuração do esquema.
A DECISÃO DO JUIZ
A decisão do juiz Alaôr Piacini, da 2ª Vara Federal de Anápolis, foi tomada no dia 5 de agosto e atende a uma ação civil pública movida pelo procurador Rafael Paula Pereira da Costa contra os 30 médicos que teriam cometido as fraudes entre 2009 e 2010. Eles respondem por improbidade administrativa e estelionato contra a União.
A ação foi movida a partir de uma auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS no município após uma denúncia anônima de que o coordenador-clínico do SAMU local estaria registrando a própria frequência e a dos outros médicos em plantões de 24 horas, mesmo quando os médicos não apareciam ou cumpriam apenas 12 horas de jornada.
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As investigações do SUS, de uma comissão interna do município e da Polícia Federal, com depoimentos de funcionários da prefeitura e até de um ex-coordenador-geral do SAMU local, acabaram confirmando as suspeitas de irregularidades. Foi identificado, por exemplo, que de setembro de 2009 a fevereiro de 2010, 29 períodos de 12 horas ficaram descobertos.
Segundo o Ministério Público Federal, os médicos tinham um contrato com a Prefeitura de Anápolis que previa a carga horária de 24 horas semanais, além de cinco plantões mensais, que deveriam ser definidos e monitorados pela Secretaria de Saúde do município.
Quem fazia as escalas e registrava as frequências dos médicos, contudo, era o então coordenador clínico do SAMU, que encaminhava o material com as fraudes à Secretaria de Saúde.
“A condenação dos requeridos deve servir também para afastar a equivocada ideia difundida entre alguns profissionais médicos de que o fato de exercerem uma profissão de prestígio na sociedade os elevaria a uma posição de superioridade em relação aos demais servidores públicos, facultando-lhes o descumprimento da lei e imunizando-lhes de qualquer questionamento ou sanção”, afirma o procurador Rafael Paula Pereira da Costa na ação.
A prefeitura de Anápolis alega que colabora com as investigações e que os médicos estavam com um contrato temporário com o município e foram substituídos por profissionais efetivos admitidos por concurso público em 2010 e 2015.
Onze dos envolvidos no esquema, porém, acabaram sendo aprovados no concurso público e seguem trabalhando para a prefeitura, que alega que como não houve sentença com trânsito em julgado não há nenhum impedimento para eles trabalharem no município.
COM A PALAVRA, A PREFEITURA DE ANÁPOLIS:

“A Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que os médicos envolvidos na investigação, à época dos fatos, atuavam via contratos temporários, que vieram a ser substituídos por profissionais efetivos aprovados em concursos públicos realizados no ano de 2010 e 2015. Parte destes profissionais permanece no quadro de servidores do município em razão de sua aprovação no certame público e, como não há sentença transitada em julgado, não há obste jurídico que impeça o exercício de suas funções como servidores públicos.

Sobre a assinatura de folha de ponto, a Secretaria Municipal de Saúde esclarece que recebia o relatório de controle de jornada assinado e atestado pelo diretor da época, o qual detinha a responsabilidade de controle, fiscalização e envio das informações. Sobre as investigações a Prefeitura ainda ressalta que colaborou e contribuiu com todas as informações e documentações solicitadas pelas autoridades.”

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

LOGO CMS1
CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE
Ed. Novotel Ladeira do Sol. Rua Fabrício Pedrosa, 915,
Sala 05 - Térreo . E-mail: cms.natal@gmail.com


CONVOCATÓRIA
378ª REUNIÃO ORDINÁRIA CMS/NATAL/RN 


DATA: 08 de dezembro de 2016 (quinta-feira)
HORÁRIO14h00m às 17h00m
LOCAL: Auditório do Ministério da Saúde – Av. Rodrigues Alves, 881 - Tirol, Natal – RN
 Pauta
I - Verificação de presença e existência de quórum;
II - Votação e assinatura das atas das reuniões anteriores;
III - Leitura do expediente e comunicações breves;
IV - Ordem do dia

1.   Apresentação dos documentos referentes a Tabela de Profissionais médicos e Tabela Remuneração dos Procedimentos Médicos da Média e Alta Complexidade na Rede Assistencial Municipal(ambulatorial e hospitalar) – Apresentação – DRAC

2.   Encaminhamentos sobre o Orçamento da SMS para 2017

3.   Indicação de 04(quatro) conselheiros para participar da VI Plenária Estadual de Conselheiros de Saúde do RN


Geolipia Jacinto da Silva

Presidente CMS NATAL

domingo, 4 de dezembro de 2016


Em 60 dias, posto de saúde sem prontuário eletrônico perderá recurso federal
Medida permite acompanhar o histórico do paciente e que o Ministério da Saúde verifique online como são investidas as verbas do SUS na saúde do brasileiro

Os municípios de todo o país têm 60 dias para adotar o prontuário eletrônico nas unidades básicas de saúde. Com a plataforma digital, todos os serviços de saúde da cidade poderão acompanhar o histórico, os dados e resultado de exames dos pacientes, verificar em tempo real a disponibilidade de medicamentos ou mesmo registrar as visitas de agentes de saúde, melhorando o atendimento ao cidadão. A transmissão 100% digital dos dados da rede municipal à base nacional permite ainda que o Ministério da Saúde verifique online como está sendo investido cada real do SUS na saúde do brasileiro.

A plataforma digital permite o acompanhamento do histórico médico do paciente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), oferecendo ganho na qualidade e na gestão da Atenção Básica para o gestor, para os profissionais de saúde e para o cidadão.

Confira a apresentação 

“O prontuário vai nos permitir eficiência, transparência, economia, como na consulta a exames e na oferta de medicamentos, e permitirá que o cidadão seja o fiscal do Sistema Único de Saúde. Até 10 de dezembro, já deveremos ter mais de 50% dos brasileiros com seu atendimento verificado no sistema de controle do Ministério da Saúde, para que seja atingido o objetivo da informatização dos mecanismos de controle de cada real do SUS”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante o anúncio da medida, na manhã desta quinta-feira (6).

O ministro informou que o Ministério da Saúde está preparado para apoiar os municípios que encontrarem dificuldades na implantação do prontuário eletrônico. Assim, cada gestor deverá reportar suas necessidades à pasta, até 10 de dezembro, que avaliará cada caso para providenciar a estrutura para a transmissão dos dados.

Atualmente, 76% das unidades básicas de saúde ainda registram o histórico do paciente em papel, apesar de dados do Ministério das Comunicações apontarem que todas as cidades contam com ponto de internet banda larga. O Ministério da Saúde oferece plataforma gratuita, mas o envio dos dados também pode ser feito pelos municípios por sistema próprio. Após o período para implantação das plataformas, o pagamento do PAB Variável às prefeituras, equivalente a R$ 10 bilhões por ano, ficará condicionado à implantação do prontuário eletrônico. Esse recurso é aplicado no custeio dos atendimentos de pediatria e vinculados a programas como Saúde da Família, Brasil Sorridente, entre outros.

A informatização dos sistemas de saúde é uma das prioridades da gestão do Ministério da Saúde. O objetivo é integrar o controle das ações, promover a correta aplicação dos recursos públicos, obter dados para o planejamento do setor e, principalmente, propiciar a ampliação do acesso e da qualidade da assistência prestada à população, tornando o atendimento mais eficiente. A medida ajudará também a reduzir custos, evitando, por exemplo, a duplicidade de exames ou retiradas de medicamentos.

Das 41.688 UBS em funcionamento em 5.506 municípios, 10.134 (106,98 milhões de pessoas) já têm o Prontuário Eletrônico, sendo que 2.902 utilizam versões oferecidas gratuitamente pelo Ministério da Saúde, e 7.232 softwares próprios e privados.

NOVAS FUNCIONALIDADES – Com o objetivo de apoiar os municípios no processo de informatização, o Ministério da Saúde lança, nesta quinta-feira (6), a versão 2.1 do Prontuário Eletrônico do e-SUS AB. A plataforma permite o profissional de saúde gravar e acessar informações, como detalhamento da consulta e diagnóstico, disponibilidade de medicamentos nas farmácias dos municípios, procedimentos realizados, resultado de exames e evolução do paciente. A nova versão possibilita ainda que o registro ao Cartão Nacional de Saúde (CNS), a identificação do cidadão no SUS, seja feito digitalmente em qualquer unidade que já utilize a atualização do programa.

O Ministério da Saúde economizará R$ 84 milhões por ano com tecnologias para informação. A pasta também vai apoiar municípios que tenham dificuldades para implantar o novo modelo, conforme as necessidades encaminhadas pelos gestores, que serão analisadas caso a caso.

O Ministério da Saúde também lança nesta quinta-feira o aplicativo e-SUS AB Território, para uso dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), de Controle de Endemias (ACE) e demais profissionais de saúde da Atenção Básica, por meio de tablets e smartphones. A ferramenta permite a eliminação de fichas de papel durante as visitas domiciliares e a inserção de informações como evolução de tratamento, registro de medidas corporais, pressão arterial e focos de Aedes Aegypti e orientações. 

AVANÇOS NA INFORMATIZAÇÃO – Assim como o e-SUS AB e o e-SUS AB Território, que fazem parte do projeto e-SUS, conjunto de ações que qualifica a gestão da saúde por meio eletrônico, o Ministério da Saúde lançou recentemente o Conjunto Mínimo de Dados (CMD), mais uma ferramenta voltada à otimização do fluxo de informações dos serviços de saúde. O CMD unifica nove sistemas que fazem os registros de atendimentos no SUS em um único layout. Essa ferramenta facilitará o envio e abastecimento de dados, reduzindo o tempo de inserção das informações e tornando sua alimentação mais ágil e prática, evitando repetições e qualificando as informações registradas.

O CMD também será fundamental para a economia de recursos dos gestores locais e estaduais de saúde. Além disso, menos usuários terão de ser capacitados para a utilização dos diversos sistemas.

O Ministério da Saúde também será o primeiro órgão da administração pública federal a utilizar os serviços de biometria. Uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá proporcionar maior segurança no registro e acesso de informações dos cidadãos. A medida vai contribuir para evitar fraudes. O projeto começa em serviços ofertados pela atenção básica já a partir do próximo ano.

Outro importante avanço é a adoção do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), com módulos e funcionalidades que promovem a eficiência na administração. Processos e documentos vão circular apenas por meio eletrônico no âmbito do Ministério da Saúde e órgãos vinculados. O sistema vai evoluir para que gestor e cidadão possam acompanhar o andamento do processo e solicitar informações.


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Boa tarde

Segue a programação para discussão da aprovação da Lei Orçamentária do Municipio de Natal. Precisamos acompanhar atentamente e participar das audiências em função da redução do valor da Saúde de R$ 345 milhões para 270 milhões.  
A última informação é de que o prefeito Carlos Eduardo vai reduzir ainda mais esse valor.


Câmara Municipal de Natal


Assessoria de Imprensa
+55 (84) 3232-9426
24/11/2016 às 19:29

Comissão de Finanças aprova e envia projetos e LOA para Plenário

A Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal aprovou nesta manhã (24) o Projeto de Lei nº 077/2016, que estima a receita e fixa a despesa para o exercício orçamentário de 2017 no município, e mais sete projetos de caráter tributário, todos de autoria do Executivo e que agora seguem para votação em plenário, conforme cronograma já definido pelos parlamentares.

"Aprovamos importantes projetos e a Lei Orçamentária. Essa comissão emite parecer favorável dando celeridade a essas matérias que referem-se a tributação e que, para começarem a vigorar no próximo ano, precisam ser votadas em plenário ainda em 2016", disse o presidente da comissão, vereador Ubaldo Fernandes (PMDB).

Pelo cronograma de votações aprovado em plenário, a LOA (Lei Orçamentária Anual) será votada em primeira discussão na próxima terça-feira (29) e em segunda discussão nos dias 16, 19, 21, 22, 23, 26, 28 e 29 de dezembro.

Até lá os projetos que tratam dos ajustes fiscais também serão votados. No dia 6 os vereadores votam o projeto de lei  18/15 que estipula a nova política tributária de multas e infrações; no dia 8 será a vez do projeto  09/16 que desvincula do IPTU a taxa de limpeza pública. Porém, os vereadores querem antes ouvir a Secretaria de Tributação (Semut) para esclarecer o assunto. Na semana seguinte, dia 13, os parlamentares votam o projeto  11/16 que propõe que o reajuste da contribuição de iluminação pública (COSIP) só ocorra com aprovação da Câmara.

No dia seguinte, o ProEduc (PL  10/16) entra em pauta. "O Executivo enviou projeto substitutivo que ao invés de extinguir o Proeduc, seja mantido para os alunos que estão sendo beneficiados até a formatura e que seja suspenso por dois anos, mas não extinto", explica o vereador Júlio Protásio (PDT), líder da bancada governista na Casa. No dia 15, a COSIP voltará a ser apreciada no projeto  07/2016, que tira a obrigatoriedade da prefeitura pagar à companhia de energia para que esta faça o recolhimento da taxa de iluminação. Neste caso, a companhia fará o serviço sem ônus para a prefeitura.

Dia 20 a Câmara vota o projeto nº 06/16 que trata de mudanças na gestão administrativa de processos na Secretaria de Tributação e no dia 27 será votado o projeto  08/16, que normatiza as taxas de obras e serviços. O Legislativo natalense só entra em recesso parlamentar após concluir a votação da Lei Orçamentária.


Texto: Cláudio Oliveira
Fotos: Marcelo Barroso

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Geolipia Jacinto